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A longa história de parcialidade do juiz Sérgio Moro ganhou novos capítulos inglórios na terça-feira (15), ilustrada por mais imagens de sua relação de cumplicidade com políticos tucanos.

O magistrado chegou à cidade de Nova York para sua premiação como “Pessoa do Ano” pela Brazilian-American Chamber of Commerce (Câmara do Comércio Brasil-EUA) sendo alvo de manifestações de repúdio do coletivo BRADO-NY.

Dezenas de pessoas denunciaram bravamente o golpe parlamentar em curso no país e a perseguição jurídico-midiática do ex-presidente Lula, mantido como preso político desde 7 de abril após um processo repleto de irregularidades e falta de provas conduzido pelo magistrado.

Em um dos cartazes, Moro foi descrito como “criminal of the year” (criminoso do ano) e uma faixa em frente ao Museu de História Natural em Manhattan pedia Lula Livre. “Moro pratica lawfare”, diz outro cartaz.

Qualquer constrangimento que possa ter sentido com a manifestação parece ter esmaecido horas depois, quando Moro aparece posando alegremente ao lado do tucano João Doria Júnior em um evento privado organizado pelo Grupo Lide, da família do ex-prefeito de São Paulo, no luxuoso hotel Pierre.

Leia a reportagem da Agência PT de Notícias